Atualmente, a informática dispõe de sistemas e técnicas de programação
que auxiliam o homem em tarefas nas quais se requer uma lógica, mesmo
que esta seja artificial. [1]
O Magistrado poderá obter a ajuda necessária do computador para
proferir decisões, sem necessariamente manusear o editor de texto, pois
esta tarefa, será feita com o auxílio de um sistema especialista, que é
uma forma de inteligência artificial.[2]
Pode ser que algum operador do direito acredite que esta prolação das
sentenças seja algo unicamente elaborado por computadores, sem qualquer
envolvimento humano. É por este motivo que este trabalho se propõe a
desmistificar a questão.
Nenhum comentário:
Postar um comentário